quarta-feira, 16 de abril de 2014

CANÇÕES POPULARES AÇORIANAS



          
          
OS BRAÇOS (Terceira)
    
És Linda, és linda, és engraçada 
És engraçada, és uma bonita amante 
Bonita amante, viva o meu bem

Tudo, tudo o que é bom, tens contigo 
Ai tens contigo, só te falta ser constante, 
Ai ser constante, viva o meu bem

Ser pastor, ser pastor, lidar na serra 
Lidar na Serra, braços nus, faces vermelhas 
Faces vermelhas, viva o meu bem

Comendo, comendo os frutos da terra 
Frutos da terra, vestindo a lã das ovelhas 
Ai das ovelhas, viva o meu bem
          
            
CHAMARRITA (S. MigueI)
         
A senhora Chamarrita 
é uma santa mulher 
sai de manhã de casa 
entra à noite quando quer 

Vira e volta a Chamarrita
quem manda voltar sou eu 
Você aqui está 
É gosto e regalo meu
            
Canções Populares AçoreanasHarmonizado para coro misto por Manuel Emílio Porto
Ponta Delgada, Signo, 1994
                
           
Poderá também gostar de:
             
 Música tradicional açoriana – a questão históricaJ. M. Bettencourt da Câmara, Lisboa, ICALP – Coleção Biblioteca Breve, 1980.
 Para a sociologia da música tradicional açorianaJ. M. Bettencourt da Câmara, Lisboa, ICALP – Coleção Biblioteca Breve, 1984
 Música nos Açores”, Enciclopédia Açoriana, Ana Gaipo, Isabel Albergaria Sousa. © 2011 Direção Regional da Cultura, Centro de Conhecimento dos Açores.
 “Música Tradicional Açoriana”, Açoriano Oriental, Wellington Nascimento, 2012-06-03.
 2: Sagrado e ProfanoExperimentar Na M'Incomoda, 2012   (sonoro)
  Músicas regionais dos Açores   (sonoro)
            
                 


[Post original: http://comunidade.sol.pt/blogs/josecarreiro/archive/2014/04/16/cancoes.populares.acorianas.aspx]

quinta-feira, 10 de abril de 2014

29 MANEIRAS DE SER MAIS CRIATIVO


  
     29 WAYS TO STAY CREATIVE from TO-FU on Vimeo.

 
 
 
 
A criatividade é algo que você pode exercitar. Para além do vídeo acima indicado, a "Revista Vip" também separou algumas técnicas práticas para sua criatividade fluir e transbordar. Olha só: http://abr.ai/R3iboE 


quarta-feira, 9 de abril de 2014

CAMILO PESSANHA (1867-1926)




 

Leitura orientada de Clepsidra e outros poemas de Camilo Pessanha: 
POEMAS
INCIPIT
Há no ambiente um murmúrio de queixume,
Paisagens de inverno

 

Ser em Português 12 A. Coord. A. Veríssimo. Porto, Areal Editores, 1999


terça-feira, 8 de abril de 2014

NATÁLIA CORREIA (1923-1993)


«[...] cada poema, por mais elevado, evanescente ou injetado de virulentas ou mesmo fesceninas invetivas, é uma lição de moral. Não da moralidade que expira com a religião que a procriou, mas de uma ética espiritualizada que [...] dá sinais de querer ser objetivada.»

Natália Correia, "Introdução" in O Sol nas Noites e o Luar nos Dias, 1993.


Natália Correia, Furnas, 1975.






Natália
Correia



Leitura orientada de textos de Natália Correia:

TÍTULO DA OBRA / COLETÂNEA
TÍTULO DA COMPOSIÇÃO
INCIPIT
Rio de Nuvens
Pássaro breve
Poemas / ”Biografia” [2ª parte]
Hoje quero com a violência da dádiva interdita.
Poemas / “Biografia” [2ª parte]
Baile de corpos intermédios
Poemas / “Biografia” [2ª parte]
Vida que às costas me levas
Poemas / ”Biografia” [2ª parte]
Espáduas brancas palpitantes:
Poemas / “Apontamentos” [5ª parte]
Não há revolta no homem
Poemas / “7 Poemas da morte e da sobrevivência” [7ª parte]
Que todos vivam a sua morte enquanto é tempo
Dimensão Encontrada
É um outono que não é outono.
Dimensão Encontrada
Dão-nos um lírio e um canivete
Passaporte
Que margens têm os rios?
Passaporte
Bastam-me as cinco pontas de uma estrela
Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica
Membro a pino
O Vinho e a Lira / “O Diário de Cynthia” [4ª parte]
Nascitura estava
O Vinho e a Lira / “O Diário de Cynthia” [4ª parte]
De não ser deus nem bicho
O Vinho e a Lira / “O Diário de Cynthia” [4ª parte]
O esquivo rosto contrito

Durante as duas últimas décadas do século XIX.
A Mosca Iluminada / “Fragmentos de um itinerário” [1ª parte]
Ora foi num dia treze
A Mosca Iluminada / “Fragmentos de um itinerário” [1ª parte]
O meu perfil é a última esperança
A Mosca Iluminada / “Fragmentos de um itinerário” [1ª parte]
Poesia com dor já comprei
O anjo do ocidente à entrada do ferro
De franqueforte franquefurta-me a placa giratória
O Dilúvio e a Pomba / “O espírito é tão real como uma árvore” [3ª parte]
Se em folhagem de poema
O Dilúvio e a Pomba / “O espírito é tão real como uma árvore” [3ª parte]
Quando me derem por morta
O Sol nas Noites e o Luar nos Dias / Inéditos (1979/91) ‑ “Cantigas de Risadilha”
Estava o Parlamento em tédio morno


O Armistício / “Sete motivos do corpo” [3ª parte]
Com a essência das flores mais coniventes
O Sol nas Noites e o Luar nos Dias / Inéditos (1985/1990): “Cancioneiro Joco-Marcelino”
Das artes mágicas campeão audaz
Sonetos Românticos / “Mãe Ilha” [3ª parte]
Limão aceso na meia-noite ilhada,
Sonetos Românticos / “Do amor que acorda o espírito que dorme” [5ª parte]
Nada a fazer, amor, eu sou do bando
O Sol nas Noites e o Luar nos Dias / Inéditos (posteriores a 1990): “Cantigas de Amigo” – “Queixam-se as novas amigas em velhos cantares de amigo” [1ª parte]
Nesta praia, amigas, de onde p’rás cruzadas







«O livro é como um rio. Tem a sua nascente e a sua foz. E assim como o rio se mistura na vastidão oceânica, funde-se o livro na massa do saber universal. A sua nascente é o autor. A foz, o leitor

Alocução proferida por Natália Correia, na inauguração da Livraria Nove Estrelas, em Ponta Delgada, em 7.12.1981, dirigida por José de Almeida.