domingo, 18 de janeiro de 2015

Vamos rimar João e o Pé de Feijão!





Vamos rimar!
Apresentamos-te uma versão da conhecida história "João e o Pé de Feijão" narrada em verso, à qual foram suprimidas algumas palavras.
Seleciona, das palavras que encontras abaixo, aquelas que, pela rima e pelo sentido, completam a história.





Às dez da noite, pela escuridão,
Começou a crescer esse feijão,
Tão alto que a ponta se perdia
Entre as nuvens, quando nasceu o __________. […]
João era bem esperto, era ligeiro,
Trepou pelo enorme __________.
Foi trepando, trepando sem parar
Até o tronco enfim __________.
Um estranho horror então aconteceu,
O próprio céu à volta __________
Quando um medonho, rouco vozeirão
Se fez ouvir em modos de __________:
"RANA, CATAPLANA, VAI DE PANTANA,
CHEIRA-ME, CHEIRA-ME A CARNE HUMANA!"
Enquanto o diabo esfrega um olho,
Desceu, assustado, o pobre __________.
mãe", contou o rapaz engasgado,
"Há lá em cima um gigante __________,
Nas minhas veias o sangue gelou
Quando o monstro terrível me __________.” […]
"Afinal não me admira, porcalhão,
Só tomas banho no pino do __________;
Todos os dias te mando lavar
Mas tu tens medo de te __________. […]

Correu para casa, pegou no sabão,
Esfregou todo o corpo com __________:
Até as unhas, nariz e ouvidos,
Cabelos nojentos, pés __________.
Foi uma banhoca muito custosa
Mas ficou cheirando como uma __________.
Pelo tronco se pôs de novo a trepar.
No alto o gigante estava a __________. […]
"RANA, CATAPLANA, VAI DE PANTANA
NÃO ME CHEIRA A CARNE HUMANA."
Quando o gigante enfim adormeceu,
Mil folhas de ouro João __________
Já fora pobre, agora ao contrário,
Era, de repente, um __________.
"Tomar banho", disse ele, "é mais seguro.
Vou passar a lavar-me de __________."


Roald Dahl, Histórias em Verso para Meninos Perversos, tradução de Luísa Ducla Soares, Teorema, s. d. Adaptado e com supressões por Ana Miguel de Paiva, Gabriela Barroso de Almeida, Noémia Jorge, Sónia Gonçalves Junqueira(Para)Textos ‑ Português ‑ 7.º Ano. Porto Editora, 2011, p. 202.
  

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